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Prefeitura leva para Taquaruçu campanha de alerta sobre os riscos do trabalho infantil | Prefeitura Municipal de Palmas


Prefeitura leva para Taquaruçu campanha de alerta sobre os riscos do trabalho infantil

Ação da Secretaria Municipal de Ação Social de Palmas (Semas) leva conscientização ao público do FGT 2025 com atividades lúdicas e orientações sobre a proteção da infância

O palhaço Batatinha Frita subiu a serra e foi até o 19ª Festival Gastronômico de Taquaruçu (FGT), juntamente com a equipe das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepeti), para conscientizar e alertar expositores, ambulantes e visitantes sobre os perigos e os malefícios do trabalho infantil. A abordagem faz parte da Campanha “Criança segura e feliz – uma responsabilidade de todos: construir um futuro promissor para as crianças”, realizada pela Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Ação Social (Semas).

A estudante de Psicologia, Sara Dutra, acompanhou a apresentação e aprovou a presença dos técnicos da Semas no festival. “É um alerta muito importante, principalmente em grandes eventos como esse. A gente vê que tem muito estacionamento privado, muitos ambulantes e realmente fiquei feliz em não encontrar crianças trabalhando, catando latinhas etc”, pontuou.

Presente no FGT 2025 com um food truck que comercializa batatas fritas, a jovem Bruna Ribeiro disse que a campanha e a mobilização são necessárias. “Eu já fui a muitos eventos e percebo que só com a conscientização da comunidade vamos mudar essa cultura de que criança tem que trabalhar para ajudar os pais”, disse Bruna.

Campanha

Esta é uma iniciativa da Gerência de Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepeti), da Superintendência de Proteção Social Especial da Semas. Ao todo, serão realizadas 21 abordagens em pontos turísticos e comerciais de Palmas, como feiras, praias, avenidas comerciais e praças.

“Temos que alertar a comunidade de que o trabalho infantil é uma grave violação de direitos humanos”, destacou a gerente das Ações Estratégicas do Aepeti, Sonia Maria Lopes. A técnica explicou ainda que “existem condições em que adolescentes podem iniciar no mundo do trabalho como aprendizes, a partir dos 14 anos, sempre com restrições quanto ao trabalho noturno, insalubre ou perigoso.”

Texto: Eliene Campelo

Edição: Juliana Matos



FONTE

Tribuna do Tocantins

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