O Sebrae Tocantins apoiou a realização do I Congresso Tocantinense de Compliance, realizado no último dia 28, em Palmas. O evento, sediado no auditório da Fecomércio Tocantins, reuniu especialistas, gestores públicos e representantes do setor produtivo para discutir o papel da integridade e da governança na consolidação de ambientes institucionais mais transparentes e competitivos.
Com foco na cultura organizacional e no fortalecimento de práticas éticas, a programação abordou o compliance como instrumento de crescimento sustentável para empresas e órgãos públicos. A abertura contou com a palestra magna “Integridade é o caminho?”, ministrada por Rodrigo Fontenelle, que destacou a importância da integridade como eixo central da gestão contemporânea.
Temas como a Lei Geral de Proteção de Dados e Segurança da Informação também estiveram entre os principais pontos debatidos. Uma mesa redonda reuniu especialistas para discutir desafios e perspectivas da governança e do compliance nos setores público e privado, evidenciando a necessidade de alinhamento entre Estado e mercado na promoção de práticas mais transparentes.
Além do conteúdo técnico, o congresso sediou a entrega do Prêmio de Boas Práticas em Compliance, Governança e Integridade, que reconheceu iniciativas de destaque na implementação de mecanismos de controle e prevenção à corrupção no último ano.
Segundo a analista do Sebrae Michele Mattos, o evento cumpriu o papel de fomentar um debate qualificado sobre integridade e sua aplicação prática no cotidiano das organizações. “O compliance tem se consolidado como uma ferramenta estratégica para garantir segurança jurídica, credibilidade institucional e maior previsibilidade nos negócios”, comentou.
Na visão da presidente do Instituto Tocantinense de Compliance e Integridade (ITCI), Danila Duarte, a realização da primeira edição representa um avanço na agenda de integridade no Tocantins, ao reunir diferentes atores em torno de um tema que impacta diretamente o ambiente de negócios. “O congresso mostrou que a integridade deixou de ser apenas uma exigência normativa e passou a ocupar um espaço central na estratégia das organizações. Quando empresas e instituições públicas incorporam essas práticas, elas não apenas reduzem riscos, mas também ampliam sua capacidade de gerar valor, atrair investimentos e estabelecer relações mais sólidas com a sociedade”, completou.
Ela acrescentou que iniciativas como essa tendem a produzir efeitos de longo prazo, ao consolidar uma cultura organizacional mais madura e alinhada às exigências de transparência e governança. “O desafio agora é transformar o conhecimento compartilhado aqui em prática contínua dentro das organizações”, concluiu.
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