Ministros não encontraram ilegalidades na prisão preventiva do acusado em participação em esquema para fraudar resultados de competições esportivas
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter preso o empresário Thiago Chambó Yamamoto, investigado na Operação Penalidade Máxima, por suposta participação em esquema de manipulação de resultados de competições esportivas. Investigações indicam que o acusado integra organização criminosa que corrompia atletas para garantir a ocorrência de determinados eventos e resultados em jogos e, assim, elevar os ganhos com apostas em sites especializados. A decisão foi possível porque os ministros não encontraram ilegalidades na prisão preventiva do acusado.
O decreto mostra que as investigações identificaram conversas entre Thiago Chambó e outros suspeitos sobre quais atos de manipulações deveriam ser provocados em jogos de futebol, como cartões amarelos ou pênaltis, e qual seria a recompensa dos atletas envolvidos no esquema. Ainda de acordo com a investigação, Chambó, que teve a prisão preventiva decretada em março deste ano, é um dos financiadores do esquema. Foram encontradas diversas movimentações financeiras atípicas, conforme registrado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
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