Feira Ecosolidária transforma hall do TJTO em vitrine do empreendedorismo feminino 


A 2ª edição da Feira Ecosolidária de 2026 coloriu o hall de entrada do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) nesta quarta-feira (6/5), das 12h às 18h.

A feira abre espaço para mulheres empreendedoras exporem seus produtos e ampliarem a rede de clientes. A variedade de mercadorias chamou a atenção do público, com peças artesanais, velas aromáticas, roupas, comidinhas e itens industrializados.

Para a servidora do TJTO, Dayane Carneiro, a ação representa conforto e comodidade por estar tão próxima.

“Além de possibilitar que o trabalho das artesãs alcance um número maior de pessoas”, destacou.

A edição contou com a participação de 31 empreendedoras e trouxe novidades. Suyanny Maciel lidera o grupo “Mulheres Arretadas”, que participou da feira pela primeira vez.

“Para a gente está sendo uma honra, um privilégio muito satisfatório. Fizemos várias conexões. Agradecemos a abertura do ambiente para mostrarmos o nosso artesanato, a nossa cultura e o nosso serviço”, afirmou a empreendedora.

A presidente da Comissão de Logística Sustentável do TJTO, desembargadora Ângela Prudente, fez questão de prestigiar a feira, conversar com as expositoras e adquirir produtos.

Para a magistrada, ver o espaço ocupado por mulheres empreendedoras é a prova de que solidariedade e economia podem caminhar juntas.

“Chegamos hoje à nossa 22ª edição da Feira Ecosolidária, sendo esta a segunda apenas no ano de 2026, o que demonstra a força e a continuidade deste projeto. Hoje, além do tradicional Grupo das Manas e das nossas expositoras independentes, temos a honra de dar as boas-vindas ao grupo Mulheres Arretadas, que estreia conosco trazendo a força de 12 novas empreendedoras”, reforçou a desembargadora.

O evento é uma iniciativa da Coordenadoria de Gestão Socioambiental e Responsabilidade Social (Cogersa) e visa valorizar o trabalho feminino e incentivar a economia solidária.

A ação está alinhada à Resolução nº 400/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Plano de Logística Sustentável (PLS) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), contribuindo para a educação ambiental e o estímulo à economia solidária no Estado.

 



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