GMF/TJTO participa de reunião promovida pelo CNJ para realização da 5ª edição do projeto Caminhos Literários no Socioeducativo
Com foco na organização e no alinhamento das ações previstas para a 5ª edição do Caminhos Literários no Socioeducativo: pelo direito à cultura, o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (GMF/TJTO) participou, nesta segunda-feira (18/5), de reunião virtual promovida pelo Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Conselho Nacional de Justiça (DMF/CNJ). O evento está previsto para ocorrer entre os dias 2 e 8 de julho de 2026.
Realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Programa Fazendo Justiça, a iniciativa integra a Agenda Justiça Juvenil e a Diretriz Nacional de Fomento à Cultura na Socioeducação, que busca fortalecer o acesso de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas a bens culturais e experiências formativas em todo o país.
A mobilização estadual visa ampliar a participação de adolescentes em todo o estado do Tocantins, fortalecendo o direito à cultura. Para isso, está prevista a presença de adolescentes do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Palmas, do Centro de Internação Provisória de Palmas e dos Centros Socioeducativos Norte (Araguaína) e Sul (Gurupi).
Participaram do encontro a assistente técnica estadual do Programa Fazendo Justiça/CNJ, Lívia Rebouças; a representante da área técnica socioeducativa do GMF/TJTO, Tamyze Bezerra Gomes; além de representantes do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Palmas, do Centro de Internação Provisória de Palmas e dos Centros Socioeducativos Norte (Araguaína) e Sul (Gurupi).
Caminhos Literários
A proposta do Caminhos Literários é promover o diálogo entre instituições públicas, profissionais da rede de atendimento, artistas e adolescentes, incentivando a construção de práticas que integrem cultura, educação e socioeducação, com foco na garantia de direitos e na valorização de trajetórias juvenis em diferentes territórios do país.
Com o subtítulo Resistir em Batida, Verso, Corpo e Traço, a edição deste ano propõe uma imersão no universo do hip hop, destacando o movimento como expressão cultural de resistência e ferramenta de transformação social, capaz de ampliar narrativas, fortalecer identidades e promover o acesso a direitos historicamente negados a jovens em situação de vulnerabilidade.



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