Corregedoria promove palestra sobre descarte consciente dos resíduos sólidos


A Corregedoria-Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS) promoveu nesta segunda-feira (19/1) uma palestra voltada à conscientização sobre o descarte consciente de resíduos sólidos, reunindo servidores(as) e magistrados(as). A ação, que reuniu cerca de 70 participantes, faz parte do projeto Plantar para ComPensar 2025 e está alinhada à Meta 8 do Plano de Gestão 2025–2027 da CGJUS, que prevê a implementação e o estímulo de práticas sustentáveis e inclusivas no âmbito do Poder Judiciário.

A abertura do encontro foi conduzida pelo juiz auxiliar da Corregedoria, Manuel de Faria Reis Neto, que atuou como mediador da palestra. Na ocasião, ele destacou que o descarte consciente integra um conjunto de ações sustentáveis desenvolvidas em parceria com o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), a exemplo do projeto Plantar para ComPensar, reforçando o compromisso institucional com práticas ambientais responsáveis.

Durante a apresentação, Emiliana Neta, pedagoga com atuação na integração de equipes de proteção de Unidades de Conservação e no desenvolvimento de ações de Educação Ambiental voltadas a crianças e jovens, pela Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMA), destacou a importância da destinação adequada dos resíduos sólidos no Brasil, conforme estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). A palestrante também abordou alternativas como a compostagem, a reciclagem, a logística reversa e a incineração, observados os critérios técnicos necessários. “A forma como o resíduo é descartado interfere diretamente na qualidade do meio ambiente e na saúde da população, especialmente quando falamos de resíduos eletrônicos”, explicou.

Na sequência, o estudante de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e que atua na área de educação ambiental e comunicação visual da FMA, Pedro Rezende, enfatizou o papel da conscientização individual na gestão dos resíduos sólidos. “O descarte consciente começa no dia a dia, com pequenas escolhas e atitudes que refletem diretamente na preservação do meio ambiente e na qualidade de vida nas cidades”, afirmou. 

Ele também chamou a atenção para os impactos do descarte incorreto de materiais recicláveis, explicando que, quando destinados a aterros sanitários, esses resíduos perdem o potencial de reaproveitamento, reduzem a vida útil dos aterros e aumentam os custos da gestão pública.

Os participantes receberam orientações práticas sobre a separação de resíduos recicláveis, o uso correto de lixeiras identificadas por cores, os riscos do descarte de lixo em locais impróprios e a destinação adequada de materiais, incluindo resíduos eletrônicos e volumosos. Também foram discutidas estratégias de redução na fonte, com incentivo à reflexão sobre hábitos de consumo, reaproveitamento e escolha de embalagens que gerem menos resíduos.

Política nacional

O Brasil conta, desde 2010, com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece diretrizes para a gestão adequada dos resíduos e evidencia a necessidade do engajamento do poder público e da sociedade. Ao final, os participantes receberam orientações sobre os locais adequados para o descarte correto de resíduos em Palmas.



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