Durante Seminário sobre acessibilidade e inclusão, mãe atípica expõe produtos artesanais sobre deficiências visíveis e ocultas

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Durante o IV Seminário em Comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência realizado nesta segunda-feira (27/11), os participantes tiveram a oportunidade de conhecer uma exposição de produtos artesanais e materiais didáticos que se destinam a promover inclusão, feitos pela publicitária Patrícia Ribeiro, mãe de uma menina com síndrome de down e de um menino que possui autismo.

Em meio ao evento da Semana de Acessibilidade e Inclusão que visa proporcionar uma discussão e sensibilização acerca das questões relacionadas às pessoas com deficiência, o público pôde adquirir apostilas, crachás, colares, laços e roupas, todos com temas que remetem ao autismo e outras deficiências visíveis e ocultas. Além disso, foram distribuídos cartões de apresentação para divulgar os produtos que a mãe atípica comercializa.

“Eu fui convivendo e vendo como uma necessidade. Não comecei a trabalhar nessa área pensando em ganhar dinheiro ou ter um ramo comercial. Fiz uma pulseira para o meu filho de identificação e todo mundo começou a perguntar onde eu tinha comprado. Aí eu falei, fui eu que fiz. Aí eu pensei, quer saber? Está todo mundo questionando onde eu comprei, vou fazer para vender. Eu comecei com uma pulseirinha simples, bem simples mesmo, mas muito bem feita. Hoje, eu tenho um leque muito grande de produtos”, explica Patrícia Ribeiro.

Segundo a servidora da Coordenadoria de Gestão Socioambiental e Responsabilidade Social (Cogersa), Patrícia Idehara, “a exposição teve a intenção de valorizar uma artesã local, disseminar informações sobre as ferramentas de inclusão e sobre a diversidade de deficiências que há”.

A exposição contou com a visita dos participantes do Seminário, servidores (as), juízes (as) e membros (as) de uma extensa rede de apoio, como Governo do Estado, Polícia Militar, Bombeiros, Ministério Público, Defensoria Pública do Estado do Tocantins, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/TO), Energisa, alunos da Escola Estadual Professora Elizângela Glória Cardoso, ativistas e associações de pessoas com deficiência, alunos e professores de universidades e outros profissionais.

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