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Escola municipal da Capital usa a Semana da Diversidade para levantar pauta antirracista entre alunos | Prefeitura Municipal de Palmas


Escola municipal da Capital usa a Semana da Diversidade para levantar pauta antirracista entre alunos

Além de mobilização entre dos estudantes para produção de cartazes e atividades sobre cultura do respeito, titular da Seirdh realizou palestra com temas antirracismo, antibullying e diversidade cultural

A convite da Escola de Tempo Integral (ETI) Luiz Gonzaga, localizada na Arno 61 (503 Norte), o secretário extraordinário de Igualdade Racial e Direitos Humanos de Palmas, José Eduardo de Azevedo, palestrou sobre antirracismo, antibullying e diversidade cultural para cerca de 150 estudantes do ensino fundamental. A palestra aconteceu na manhã desta sexta-feira, 29, com participação do coordenador do Projeto África em Nós, Aires Panda. A palestra faz parte da programação da Semana da Diversidade organizada pela escola.

Para o secretário, o ambiente escolar é um espaço fundamental para a formação de valores. “É na escola que aprendemos a conviver com as diferenças. Trabalhar o respeito à identidade, à cor e ao cabelo dos colegas é essencial para que nossas crianças cresçam conscientes de que violência e preconceito não são brincadeira”, afirmou.

A professora Mayara Silva, responsável pela organização da Semana da Diversidade, ressaltou o envolvimento dos estudantes ao longo da semana. “Os alunos produziram cartazes e atividades acerca da conscientização sobre diversidade e do combate ao bullying. Receber o apoio da Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) fortalece esse trabalho pedagógico e inspira nossa comunidade escolar a cultivar o respeito às diferenças”, disse.

O coordenador do Projeto África em Nós, Aires Panda, também é educador e pesquisador da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Ele usou seu conhecimento em educação para conduzir reflexões sobre identidade cultural e valorização das origens. “Falamos sobre a importância de conhecer nossas raízes para valorizar quem somos e para que não se reproduza racismo, homofobia ou preconceito. O conhecimento é a chave para construir uma sociedade que respeita as culturas indígenas, africanas e todas as formas de diversidade”, afirmou.

Texto: Kaio Costa
Edição: Juliana Matos



FONTE

Tribuna do Tocantins

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