MPF abre investigação para apurar se houve racismo em caso de passageira expulsa de voo da Gol

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Órgão cobrou esclarecimentos da companhia aérea e da Anac sobre o ocorrido; objetivo é investigar se houve racismo e violação dos direitos das mulheres no caso

Reprodução/ Twitter @jonasdiandradeAcusação Racismo Gol Salvador
passageira foi expulsa após se recusar a despachar uma mochila que continha um notebook

O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar se houve racismo e violação dos direitos das mulheres no caso onde uma passageira foi expulsa de um voo da Gol, no Aeroporto Internacional de Salvador, na Bahia, no dia 28 de abril. De acordo com o órgão, a investigação consiste “em adotar as providências compensatórias, reparatórias e de responsabilização, no âmbito cível, para a proteção dos direitos coletivos eventualmente violados”. O órgão ainda oficiou a companhia aérea, onde solicita que a empresa apresente detalhes ocorridos no voo, como: cópia da regulamentação que orienta seus funcionários em situações dessa natureza, qualificação de toda a equipe de bordo que estava presente e, ainda, esclarecimento referente a treinamento e qualificação de seus funcionários sobre o tratamento a ser dispensado aos passageiros, sobretudo, para evitar qualquer espécie de discriminação.

O órgão ainda cobrou uma manifestação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e solicitou  um esclarecimento sobre “os poderes da equipe de bordo”. Ainda segundo o MPF, foi solicitado à Superintendência Regional da Polícia Federal na Bahia os detalhes sobre a autuação da corporação. Procurada pelo site da Jovem Pan, a Gol informou que não comenta ações judiciais. A reportagem também procurou a Anac, que ainda não se manifestou sobre o assunto. A nota será atualizada assim que houver a manifestação.



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