Julia Faustyna usa as redes sociais para mostrar suas semelhanças com a menina alemã desaparecida em 2007; polícia já descartou hipótese
Julia Faustyna, a polonesa que diz ser Madeleine McCann, que desapareceu em 2007 durante uma viagem com os pais para Portugal, fugiu para os Estados Unidos após ser ameaçada de morte. A jovem recebeu uma mensagem de um desconhecido nas redes sociais que dizia haver uma recompensa de 30 mil libras (cerca de R$ 184.200) por sua “cabeça”. Em razão da exposição do caso, Julia foi retirada da Polônia por sua detetive e levada para os EUA. Em vídeo compartilhado nas redes sociais, a jovem diz estar se sentindo “como um anjo” e em segurança, agora que não está mais em seu país natal. Fia Johansson, detetive da jovem e responsável por levá-la para o território norte-americano, disse em entrevista ao The Sun que já trabalhou com casos semelhantes ao de Julia e acredita na versão da jovem. “Tenho passado muito tempo com a Julia e investigando isso, não acho que ela esteja mentindo ou inventado coisas para os seguidores. Tudo o que ela diz parece ser real”, afirma a mulher. Apesar das semelhanças da polonesa com Madeleine, a polícia já descartou que ela seja quem acredita ser, porque há pontos na história que não batem como o desaparecimento da alemã.
A família da jovem, que se negou a realizar o teste de DNA para comprovar a paternidade, disse que Julia já fez de tudo para se tornar famosa e agora ela está tendo a repercussão que sempre quis. Ela usa as redes sociais para compartilhar suas semelhanças com a alemã. Apesar de acreditar na versão de Julia, a detetive que acompanha o caso disse que mesmo que ela não seja Madeleine, ela pode ser outra jovem desaparecida, porque existem muitas irregularidades em seu passado. “Pedimos a sua família um teste de DNA, mas sua mãe a bloqueou, e eles se recusaram a atender as nossas ligações. Também fomos à polícia da Polônia para falar sobre a possibilidade de Julia ser Madeleine McCann, mas eles disseram que não têm acesso aos dados do caso. Autoridades portuguesas teriam que obrigar a Polônia a olhar para isso. Portanto, ninguém pode dizer ainda se ela é ou não Madeleine”, concluiu. Mesmo morando nos EUA, Fia diz que vai continuar investigando o caso e ajudando Julia.
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