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Senadora Professora Dorinha apoia isenção de Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil • Senadora Professora Dorinha


A senadora Professora Dorinha (União-TO) declarou apoio ao Projeto de Lei 1.085/25, do Governo Federal, que visa dar descontos ou isentar do Imposto de Renda (IR) mais de 90 milhões de brasileiros. Quem recebe até R$ 5 mil por mês não pagará o imposto — que também será cobrado em valor reduzido para quem ganha até R$ 7 mil mensais.

Essa medida, que integra a reforma tributária em discussão no Congresso Nacional, tem como objetivo aliviar a carga fiscal da classe média e promover maior justiça social no sistema de arrecadação.

Dentre as alterações propostas no projeto, a isenção de Imposto de Renda será completa para quem receber até R$ 5 mil mensal (ou R$ 60 mil por ano), que corresponde a 65% dos que declaram o IR. Atualmente a renda favorecida é de até R$ 2.259,20 por mês. Quem possui renda mensal entre R$ 5.001 e R$ 6.999 ainda pagará Imposto de Renda. No entanto, quanto menor for a remuneração, maior será o desconto no valor devido. A partir de R$ 7 mil de renda mensal, não há alteração na cobrança com relação às regras atuais.

Para a senadora, a proposta representa um avanço importante para milhões de brasileiros que enfrentam dificuldades diante da alta do custo de vida. “Defendo uma política tributária mais justa, que proteja o trabalhador e incentive o crescimento econômico. A isenção para quem recebe até R$ 5 mil é uma forma de reconhecer o esforço dessas pessoas e garantir que mais recursos fiquem no bolso de quem mais precisa”, afirmou Dorinha.

A parlamentar ressaltou ainda que a atualização da tabela do Imposto de Renda é uma demanda antiga e que precisa ser tratada com responsabilidade. “Não se trata apenas de desonerar a base da pirâmide salarial, mas de garantir equilíbrio nas contas públicas e maior eficiência na arrecadação. É possível avançar nesse sentido com diálogo e compromisso com o país”, completou.

O Governo espera que as regras de isenções funcionem a partir de 2026. Para isso, Câmara, que está com o texto, e Senado devem aprovar o projeto ainda neste ano.



FONTE

Tribuna do Tocantins

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