TJTO realiza campanha de arrecadação de itens para proteção da pele durante o Janeiro Roxo



O Tribunal de Justiça do Tocantins, por meio do Centro de Saúde (Cesau/TJTO) , se une à campanha do Janeiro Roxo, mês dedicado à conscientização, prevenção e combate ao estigma da hanseníase. Até o dia 29 de janeiro, magistrados (as), servidores (as), estagiários (as) e colaboradores (as) vão poder colaborar com uma ação interna que busca arrecadar produtos essenciais para a proteção da pele, como hidratantes, óleos corporais e protetores solares.

Pontos de doação

As caixas coletoras estão instaladas no hall de entrada do TJTO, nos Anexos I e II, no NAPsi, na Corregedoria-Geral da Justiça e no Fórum de Palmas. 

A enfermeira do CESAU, Thatyléia Leão Oliveira fala sobre a importância desses produtos para os pacientes que estão em tratamento contra a doença. “A hanseníase compromete a hidratação natural da pele, tornando-a mais sensível, ressecada e suscetível a feridas. Por isso, o cuidado diário com a pele é fundamental para a qualidade de vida das pessoas em tratamento”, diz a enfermeira.  

A doação desses produtos é um gesto simples, mas de grande impacto. “A ação contribui diretamente para a saúde pública e para o cuidado humanizado de quem convive com a hanseníase”, reforça. 

A entrega dos donativos arrecadados será entregue à Secretaria Municipal de Saúde de Palmas.

A campanha Janeiro Roxo é uma ação voltada à prevenção e ao tratamento da hanseníase, uma doença infecciosa crônica, curável, que provoca principalmente lesões na pele e danos aos nervos.

O que é hanseníase?

A hanseníase é uma doença causada pela bactéria Mycobacterium leprae e pode apresentar sintomas como lesões e manchas na pele, diminuição da sensibilidade, dormência, fisgadas ou formigamento nas áreas afetadas.

A doença é classificada em diferentes tipos, conforme a resposta do organismo à bactéria causadora. Entre eles, destacam-se: hanseníase tuberculoide, virchowiana, dimorfa e indeterminada.

O tratamento da hanseníase deve ser indicado por dermatologista ou clínico geral e inclui o uso de medicamentos antibióticos associados, como rifampicina, dapsona e clofazimina, pelo período de 6 a 12 meses.



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