PF e Ibama destroem aeronaves que davam suporte a criminosos na terra Yanomami

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De acordo com a corporação, também foram destruídos combustíveis e uma oficina clandestina

Polícia Federal/DivulgaçãoPF e Ibama
Polícia Federal e Ibama intensificam combate ao garimpo ilegal na terra indígena Yanomami

A Polícia Federal (PF) e o Ibama destruíram, na quinta-feira, 4, três aeronaves que dariam suporte a criminosos na terra indígena Yanomami, durante ação de fiscalização em pistas clandestinas localizadas em regiões próximas à reserva, no Estado de Roraima. De acordo com a corporação, também foram destruídos combustíveis e uma oficina clandestina, localizada na mata, que realizaria manutenção de aeronaves de garimpo. Ao longo desta semana, a PF destruiu acampamentos, combustíveis e maquinário encontrados na terra Yanomami, em locais que ainda possuem garimpos em atividade, além de ter realizado diligências relacionadas aos conflitos entre indígenas e invasores. As ações contaram com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e também utilizaram um helicóptero da PF, que agora opera na região e integra os reforços recebidos para a continuidade das ações da Operação Libertação. Fora o reforço do combate ao garimpo ilegal, a Polícia Federal informou que conduz mais de 70 procedimentos investigativos que apuram o envolvimento de centenas de suspeitos com a cadeia produtiva criminosa que opera na região, inclusive de membros de facções e de grandes grupos econômicos. Para se ter ideia, foram desencadeadas, nesses primeiros meses de 2023, seis grandes operações contra o financiamento do garimpo ilegal, em que foram bloqueados ou apreendidos mais de R$ 138 milhões, visando descapitalizar os grupos criminosos. “As ações de combate ao crime na terra indígena Yanomami serão permanentes e ajustadas conforme a dinâmica dos ilícitos que forem identificados na região, com o objetivo de assegurar a preservação do meio ambiente e a segurança dos respectivos povos originários contra a atuação do decrescente número de criminosos que ainda atuam na área”, acrescentou a corporação, por meio de nota.



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